Documentar é parte do código.
Requisito, decisão de arquitetura e caso de teste ficam registrados enquanto se programa, não depois. Na auditoria, a evidência já existe.
Quem é a Oryzentaq
Começamos em 2015 dentro de um centro de desenvolvimento veicular, resolvendo um problema chato de comunicação entre módulos. O problema virou método. O método virou empresa.
A história curta
Software automotivo tem uma exigência que assusta quem vem da web: o que você entrega roda por anos, longe do seu teclado, dentro de um objeto que carrega gente. Não dá para publicar um ajuste às pressas. Isso muda como se escreve cada função.
Passamos a última década nesse contexto — firmware de unidades de controle, módulos telemáticos, bancadas de teste. Aprendemos a documentar antes de programar, a testar como quem vai prestar contas e a conversar com engenheiros de hardware sem intérprete.
Como trabalhamos
Requisito, decisão de arquitetura e caso de teste ficam registrados enquanto se programa, não depois. Na auditoria, a evidência já existe.
Sentamos ao lado do time de eletrônica. Entender o alvo físico — memória, tempo, consumo — evita a maior parte dos retrabalhos.
Nada sai da bancada sem cobertura medida. Preferimos entregar menos com prova a entregar mais na esperança.
A transferência de conhecimento é combinada no começo. Quando saímos, a sua equipe consegue manter e evoluir o que foi feito.
Não vendemos horas de programação. Entregamos sistemas que precisam funcionar quando ninguém está olhando.
Próximo passo
Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para saber se conseguimos ajudar. Sem apresentação comercial longa — direto ao problema técnico.